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30.11.15 Vale dos Vinhedos recebe comitiva de produtores de queijo Canastra


Encontro permitiu a troca de experiências e conhecimentos entre as Indicações Geográficas

O Vale dos Vinhedos encerra o mês de novembro recebendo mais um grupo para visita técnica e apresentação do case como Indicação Geográfica e rota turística.

Na manhã de hoje, 30 de novembro, um grupo de 13 pequenos produtores de queijo Canastra, acompanhados por técnicos do Sebrae e Secretarias de Turismo de Minas Gerais,  conheceram a sede da Associação dos Produtores  de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos – Aprovale, e em conversa descontraída, puderam conhecer a experiência do Vale dos Vinhedos com a Denominação de Origem.

Os produtores também debateram com o consultor técnico da Aprovale – palestrante do dia – as dificuldades e vantagens trazidas para a região produtora da Canastra, após o reconhecimento da mesma como Indicação Geográfica.
Além de conhecer a sede da Aprovale, o grupo realizou visitas técnicas à Queijaria Valbrenta, referência na produção de queijos em nossa região e as vinícolas Almaúnica e Miolo, que possuem produtos com Denominação de Origem Valem dos Vinhedos.

Queijo Canastra
O Queijo Canastra é um típico queijo brasileiro, com produção em Minas Gerais, especificamente na Serra da Canastra. Produzido há mais de duzentos anos, possui características típicas em consequência do clima, da altitude, dos pastos nativos e das águas da Serra da Canastra, que proporcionam a esse queijo um sabor único: forte, meio picante, denso e encorpado. Desde maio de 2008 o queijo canastra é patrimônio cultural imaterial brasileiro, título concedido pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  - IPHAN. Também é uma importante Indicação Geográfica Brasileira, referência na produção e qualidade.

Denominação de Origem Vale dos Vinhedos
O Vale dos Vinhedos é pioneiro na Denominação de Origem de vinhos no Brasil, estampando a identidade e a qualidade dos vinhos elaborados no roteiro para o restante do mundo. A DO foi conquistada em setembro de 2012.
Para obter a DOVV, as vinícolas associadas devem elaborar vinhos finos, como tintos, brancos e espumantes, com requisitos específicos, detalhados pelo Regulamento de Uso e pelas Normas de Controle da IG. As regras dizem respeito à aspectos como a produtividade máxima obtida pelos vinhedos; das variedades de uvas e a forma como elas devem ser processadas na elaboração das bebidas.



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